Por Ângela Nogueira

A intenção dessas cartas é a de trazer iluminação ao mundo em geral, capacitando a humanidade para a construção de uma NOVA CONSCIÊNCIA, durante os próximos dois mil anos. Estas CARTAS são a semente da futura evolução espiritual da humanidade. Observe bem, a evolução espiritual da “consciência humana”, é o que traz a evolução para todos os demais aspectos pessoais de sua vida. Quando uma consciência individual evolui, isso afeta o planeta onde esse ser vive, atingindo-o e impulsionando os demais reinos nele existentes, também á evolução. As lições contidas nessas CARTAS, aproximarão a humanidade de estados cada vez mais harmoniosos de bem-estar. Minha reflexão sobre as palavras de Cristo: “Se é difícil acreditar nisso, então reflita a respeito dos últimos dois mil anos e veja o que se tem realizado, desde a última vez em que falei diretamente com as pessoas. Tem havido uma tendência de evolução gradual em direção ao amor fraternal que eu costumava pregar ao povo Judeu. Quando eu caminhava pela Terra, não havia organizações humanitárias como existem hoje. A ambição, a cobiça e a autogratificação eram comportamentos considerados normais. Havia pouco amor fraternal mesmo entre os Judeus para os quais os profetas, durante gerações, haviam dito que amassem a seus semelhantes como a eles mesmos. Conforme a humanidade vem desenvolvendo a sua capacidade para o amor fraternal, a vida tem se tornado mais confortável e prazerosa sob a forma de consideração mútua, cortesia, gentileza, na criação de hospitais e sociedades para o bem-estar infantil, no cuidado com os mais velhos, no movimento a favor dos direitos humanos e em muitas outras instituições dedicadas à melhoria da condição humana. Tudo isto tem brotado nos corações e nas mentes daqueles que sinceramente levaram em consideração minhas primeiras palavras ditas na Palestina, as quais impulsionaram as pessoas até o amor fraternal e a compaixão pelos seus semelhantes. Estes cuidados espirituais e o amor fraternal ganharam um tremendo impulso no século XIX, quando minhas palavras foram pregadas com renovada e intensificada sinceridade nos púlpitos e alegremente recebida por congregações sérias e sinceras. Os pregadores e as congregações, naquela época, já haviam se espalhado pelo mundo todo, em cada continente. O Sábado era considerado um dia de descanso e os pensamentos da maioria do povo Cristão se elevavam para contemplar o poder de Deus. Tal suspensão mundial dos deveres e ocupações normais, permitiu uma elevação do “pensamento consciente”, de vinte e quatro horas de duração, em direção ao Poder Criativo Divino, criando uma constante e poderosa consciência “humana/Divina”, que dava suporte e se entrelaçava às vidas humanas. A súplica humana, atraiu o Poder do Divino para o interior da consciência e experiência humanas e deu lugar diretamente ao crescimento e à expansão em cada faceta da vida humana. Contudo, as pessoas ainda não sabiam como direcionar mentalmente o Poder Divino para os canais espirituais da criatividade em lugar dos canais do “ego”. Em consequência, a expansão da “consciência coletiva” trouxe resultados negativos surgidos do “poder do ego”, assim como resultados “positivos” produzidos pela “consciência espiritual” das pessoas inspiradas e iluminadas.

Sua consciência individual é inteiramente responsável, por tudo aquilo que você atrai para a sua vida, ou seja, vivência pessoal. É a sua consciência, que traz para você o bem ou o mal. No seu subconsciente, você traz lembranças fortemente impregnadas, ainda que ocultas, de traumas/emoções de sua(s) vida(s) anterior(es) que podem irromper e afetar a sua consciência atual. A sua oração fervorosa e específica para aliviar algum acontecimento pode receber resposta, mas a longo prazo será de pouco proveito se sua mente e seu coração continuarem em contravenção com as Leis Universais do AMOR e você viver com atitude mental de constante crítica”. A evolução da consciência humana nos últimos dois mil anos, permite que hoje nosso Cristo Planetário, nos coloque sua verdade uma linguagem atualizada, pois no século XXI, temos uma doutrina científica que corrobora seus ensinamentos de outrora.A humanidade evoluiu coletivamente de um egocentrismo do primeiro século, para a possibilidade de atividades coletivas, inclusive estatais em prol dos mais necessitados através de filantropia, altruísmo e consciência coletiva estruturada pela nossa psicologia, desde o século XIX através da compreensão dos arquétipos de Carl Jung.Também vivenciamos o lado negativo dessa expansão de consciência coletiva, através do PODER DO EGO tanto quanto o lado positivo, produzido pela CONSCIÊNCIA ESPIRITUAL, que nos permitiu compreender a existência dos planos espirituais, dimensões de consciência, e entrelaçamento quântico a nos mostrar a unicidade, a vivência em rede, a capacidade de mudar o todo a partir de vivências e experiências individuais de luz e de sombra, bem como a compreensão das leis de ação e reação, alvo dos ensinamentos de Jesus de Nazaré, quando Ele diz que o que semeares isso também colherás. A semeadura é livre e a colheita obrigatória.

Cuidados espirituais e amor fraternal, ganharam impulso no século XIX, com a Reforma protestante na Alemanha de Lutero e com o aparecimento da Doutrina Espírita na França de Kardec. Claro que houveram excessos, representados pelo fanatismo de uns e incredulidade de outros, pois a humanidade é dada a conhecer os extremos antes de se aproximar do caminho do meio, que a leva á condição de iluminação proposta por Jesus/Sananda. Quando houve a escolha do sábado, para que as 24 horas semanais fossem dedicadas à contemplação do eterno e às coisas do Espírito, o padrão vibratório do planeta se elevou. Veja portanto o valor de reservar um tempo para cuidar de sua nutrição espiritual. Sua consciência individual é inteiramente responsável por tudo aquilo que você experiencia na sua vida. Essa afirmação de Sananda, merece que nos debrucemos sobre essa realidade para bem estudá-la. Somos co-criadores de nossa realidade, pois atraímos tudo no que focamos nossa atenção. Assim se desejo a cura, devo pedir a saúde e não o afastamento da doença. Se peço saúde e me imagino saudável e coloco alegria e gratidão, para a visualização/imaginação da cura, ao ver-me saudável, estarei trazendo saúde para minha vida. Se ao contrário peço somente a cura da doença, meu foco será a doença e o Universo me trará mais disso. Por que isso acontece? Somos campos eletromagnéticos resultantes da condensação de energia, segundo estudos do Einstein e Tesla. Todo pensamento é energia condensada, que quando alimentada por nossas emoções, gera formas pensamentos na quarta dimensão. Como vivemos num entrelaçamento quântico de nossas emoções, pensamentos e consciência, isso gera a potencialização daquilo que foi pensado e sentido. Se meu foco foi saúde, a lei do retorno me trará mais saúde. Se o meu foco for doença, inconscientemente eu atraio mais do mesmo.

Posso exemplificar falando do momento atual pelo qual todos estamos passando, onde o medo de adoecer durante a quarentena, aumenta a possibilidade de contrair o vírus ou quaisquer outros germes patológicos.Confiar na proteção divina é sempre bom, na proteção divina de Mãe Maria, Arcanjo Miguel, Rafael ou de quaisquer Mestres ou guias espirituais, isso nos permite caminhar com segurança (como Davi no Salmo 23, da Bíblia cristã o fez). Porém devemos nos atentar para as nossas crenças limitantes também.Jesus nas cartas de Cristo, nos elucida sobre essa questão, ao lembrar que a intercessão entre nós e o divino é crença limitante que nos foi imposta por milênios, por nossas religiões, para nos manter cativos a uma falsa crença de inferioridade espiritual. Jesus veio quebrar essa crença mas, a incompreensão de seus discípulos e os interesses políticos subsequentes , permitiram que essa crença – do eu pecador – se estabelecesse como verdade em nós. Seus ensinamentos como: “Eu e o Pai somos Um”, “E fareis coisas maiores do que eu fiz”, foram vistas como sinônimo de sua divindade. A absorção dos conhecimentos de Jesus pela humanidade foi vista como uma possibilidade futura, ou seja, que as mudanças não ocorreriam naquele presente onde Jesus estava se manifestando, mas alguns milênios após a sua vinda. É chegado o momento de acreditarmos na nossa filiação divina. De nos assumirmos como mestres de nós mesmos pelo contato direto com o nosso Eu Sou, centelha divina de Deus Pai-Mãe, Criador do Universo em mim. Se Deus está em mim, sou manifestação divina. Mas só consigo está conexão através do sentir-me digno dela. Do saber-me herdeiro do Amor Divino. Como eu me vejo quando sozinha? Me permito entrar no labirinto de minha mente. O que eu encontro lá? Essa pergunta antecede qualquer processo de crescimento espiritual. Esse pensamento meu me lembra uma antiga história tibetana. Um discípulo americano queria ser admitido no mosteiro para um tempo de estudos. Foi convidado pelo mestre zen para a cerimônia do chá. O mestre serviu o chá e permaneceu com o Bule inclinado e o chá vazou para o Pires e depois para o chão, sem que o mestre fizesse qualquer gesto para impedir a queda do chá. Aflito o americano exclamou: “Mestre o chá está caindo no chão!”. Ao que o mestre tranquilamente respondeu: “Assim também acontecerá com meus ensinamentos, até que você esvazie sua mente de todos os conceitos aprendidos até aqui.  Você vai ficar sozinho por uma semana e se esvaziar de tudo que aprendeu com o mundo até agora. Depois volte e eu o aceitarei como meu aluno. Essa história nos serve neste momento. Resgatemos em nós o ser original. O ser recém-nascido livre de aprendizados familiares e sociais, e então nos debrucemos sobre estas cartas para lhes apreender o significado mais profundo. Quem sou eu? Quais os meus princípios e quais os valores que realmente são meus? Quais me servem ainda neste momento de minha existência terrena? Quais estou disposto a deixar ir? De tudo que li até aqui, o que verdadeiramente ressoa comigo?

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